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LEILÃO - UMA MODALIDADE SECULAR
Ao longo dos séculos, a modalidade Leilão sofreu diversas modificações e esses ajustes foram necessários para que se tornasse muito vantajoso como investimento, além de seguro e democrático. É uma opção que está disponível para qualquer pessoa que tenha interesse e condição de participar do mesmo. As mudanças proporcionaram facilidade e funcionalidade, como vemos hoje no ambiente on-line, mas de qualquer forma, os Leilões nunca perderão sua relação mística e sua pegada atrativa, que atinge muitas vezes o ego, luxo, cobiça, entre artigos raros que a sociedade pode conceber, além de Leilões curiosos que causam muitas especulações.

Atualmente, existem Leilões para todos os públicos, sendo acessível adquirir artes, jóias, carros, motos, maquinário agrícola e industrial, imóveis e até mesmo experiências por meio dessa modalidade de compra.
Entretanto, os Leilões não são uma prática recente, e trazem consigo uma história que iniciou em meados de 2.000 a.C.

Conheça a seguir alguns acontecimentos que marcaram essa história:

2000 a.C
 Muitos historiadores referem-se aos Assírios e Caldeus, que utilizavam de uma forma de Leilão para venda do seu pescado, realizando ainda em suas embarcações, junto a praia.

500 a.C na Babilônia
 Surgiu ainda em um contexto antigo e considerado absurdo atualmente onde mulheres eram disputadas por homens para casamento. Esta “negociação” acontecia por meio de Leilões.

193 d.C
 A disputa de Flávio Sulpiciano e Marco Juliano pela posição no trono imperial de Roma, onde Marco Juliano ganhou pagando 50 mil sestércios (antiga moeda romana) a cada membro da guarda pretoriana. Em 1964, o filme “A Queda do Império Romano”, retrata em uma de suas cenas um dos primeiros Leilões realizados.

Na época da Roma antiga...
Na época da Roma antiga, em zonas de fronteira, era comum serem realizados leilões dos espólios conquistados pelos soldados depois de uma batalha. Os lotes apregoados podiam ser armas, objetos de arte, alimentos, gado, prisioneiros que eram feitos escravos, entre outros. Os leiloeiros, normalmente eram oficiais militares das respectivas legiões romanas.

1521-1557
 Em Portugal, no tempo do Rei D. João III, surgiram os primeiros relatos da execução de pregões: “…mandou tomar as fazendas e vendê-las em leilão, e entregar o dinheiro na feitoria”.

1556
 Na França, por volta dessa época o Leilão inicia sua profissionalização, quando surge a profissão de “Meirinho Leiloeiro”, que era um funcionário público responsável pelo Leilão. Sua finalidade era a de “avaliar, negociar e vender todos os bens deixados por morte ou executados na Justiça”.

1595
Entretanto a mais antiga referência ao “ato de leiloar”, surge na Inglaterra, com a citação no “Oxford English Dictionary”.

1656
 O “leilão de recuperação” do aclamado pintor Rembrandt, que após ir à falência, lança um dos primeiros Leilões para arrecadar fundos para uso particular.

1712
 A grande inovação se deu, quando o Francês Pierre Antoine Matteus realiza o primeiro leilão com itens diversos, incluindo ao mesmo tempo, pintura, mobiliário, louças e pratarias.

1744
 Em março deste ano em Londres surge a casa de Leilões Sotheby’s que estreia ao levar a arremate a biblioteca de Sir John Stanley. 1766: Surge a Christie’s, onde a Imperatriz Eugênia da França levou a leilão 123 lotes das suas jóias imperiais. Após mais de 200 anos, elas continuam sendo consideradas como as duas mais importantes casas de Leilões de Arte e Antiguidades em todo o mundo, sendo uma referência mundial em Leilões de luxo.

1932
 No Brasil a profissão de leiloeiro foi regulamentada no governo regido por Getúlio Vargas.

1995
 Inaugura-se o eBay, site de Leilões on-line.

Como podemos verificar, a história traz muitos eventos que caracterizam sua evolução e hoje constatamos que existem alguns tipos de motivação dos Leilões, tais como:

LEILÕES EXTRAJUDICIAIS
Podem ser realizados por empresas e órgãos administrativos do governo para que possam penhorar bens ou ainda bens financiados por bancos que foram retomados, entre outros.

LEILÕES JUDICIAIS
São realizados para penhorar os bens de um executado para pagar as dívidas dentro de um processo Judiciário.

Independente da motivação que gerou o Leilão é importante sabermos que esta atividade é segura, pois o Leiloeiro tem “Fé publica” e o ato é gravado, fazendo com que a “batida de martelo” seja o veredito final.

Esta atividade deve ser sempre analisada antes para que não se cometam equívocos.

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